Visita do presidente do Irã

Rio Guandu



O Rio Guandu está sendo destruído pelo homem. Resultado do desvio das águas do Paraíba do Sul, o Guandu recebe poluição industrial, esgoto e lixo doméstico em todo o seu percurso - de Barra do Piraí, no Vale do Paraíba, até a estação de tratamento em Nova Iguaçu.

O Guandu é responsável por 85% do abastecimento da cidade do Rio e de várias cidades da Baixada Fluminense. Da estação de captação e tratamento da Cedae, em Seropédica, a água vai para a casa de quase 9 milhões de pessoas - moradores da capital e dos municípios de Nilópolis, São João de Meriti, Duque de Caxias, Belford Roxo e Nova Iguaçu.

Em 2002, uma lei estadual criou a Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Guandu. Desde então, são previstas multas e até prisão para os responsáveis por degradações que atinjam uma faixa de até 500 metros em ambas as margens do rio.
A bacia do Guandu abrange uma região de 1,4 mil quilômetros quadrados, incluindo os afluentes. Os rios dos Poços e Queimados são considerados os mais importantes, devido ao volume de água. Mas deles também vem a maior parte da poluição despejada no Guandu. O Rio Guandu e seus afluentes recebem cerca de 4 bilhões de litros de esgoto todos os dias.

Earth Song - Michael Jackson

Cerrado (caixa d'água brasileira)

Unasul



A Unasul (União das Nações Sul-Americanas) reúne os doze países da América do Sul e visa aprofundar a integração da região.

Por suas riquezas naturais, a América do Sul é importante internacionalmente como um dos principais centros produtores de energia e de alimentos do planeta. Chile e Peru são ainda dois dos principais endereços da indústria mineradora no mundo.

A iniciativa da criação de um órgão nos moldes da Unasul foi apresentada, oficialmente, numa reunião regional, em 2004, em Cusco, no Peru. Os principais objetivos são a coordenação política, econômica e social da região. Com a Unasul, espera-se avançar na integração física, energética, de telecomunicações e ainda nas áreas de ciência e de educação, além da adoção de mecanismos financeiros conjuntos.

Os países que fazem parte da Unasul têm cerca de 360 milhões de habitantes e, de acordo com dados da Cepal (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), possuem um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 2,5 trilhões em 2006.

China uma imensa força econômica

China executa dois condenados por envolvimento no escândalo do leite contaminado

Exclusão social



Um sem-teto é uma pessoa que não possui moradia fixa, sendo sua "residência" os locais públicos de uma cidade. Normalmente os sem tetos são identificados como moradores de rua. Encarado como um problema social, está presente em praticamente todos os países como um indicador de desajuste (casos de alcoolismo, vícios, distúrbios psicológicos, etc.) ou reflexo das condições econômicas.

Desemprego estrutural


O desemprego causado pelas novas tecnologias é chamado de desemprego estrutural. Ele não é resultado de uma crise econômica, e sim das novas formas de organização do trabalho e da produção. Tanto os países ricos quanto os pobres são afetados pelo desemprego estrutural, um dos graves problemas de nossos dias.

Matéria publicada na BBC Brasil no dia 18/11/09

ONU: Controle demográfico pode ajudar em combate ao aquecimento

fumaça saindo de chaminés

ONU vinha resistindo mencionar a ligação entre população e clima.

O controle do crescimento da população mundial pode ajudar no combate ao aquecimento global, afirma um relatório publicado nesta quarta-feira pelo Fundo da População das Nações Unidas (UNFPA).

O documento O Estado da População 2009, de 104 páginas, ainda destaca a importância da criação de políticas para apoiar as mulheres que, segundo a ONU, estão entre as maiores vítimas dos efeitos do aquecimento global.

“As mulheres têm mais chances do que os homens de morrer em desastres naturais. E este fato é ainda mais gritante em regiões onde as rendas são menores e as diferenças entre os sexos são maiores”, diz o relatório.

Até recentemente a ONU vinha resistindo em mencionar a relação entre população e mudanças climáticas.

“De fato, o medo de parecer estar apoiando o controle a população vinha, até bem pouco tempo, prevenindo a menção do termo 'população' no debate sobre o clima”, diz o relatório.

“No entanto, alguns participantes deste debate agora estão tentados a incluir o impacto do crescimento da população.”

Segundo o relatório, a problemática deve ser levada à mesa de negociações na cúpula da ONU sobre o clima em Copenhague, no mês que vem.

Cenários

Dados compilados pela ONU no relatório indicam que apesar de uma parcela pequena da população mundial - de cerca de 7% - ser responsável por 50% das emissões dos gases causadores do efeito estufa, o aumento demográfico contribui significativamente para o crescimento das emissões.

“Os cálculos da contribuição do crescimento demográfico no aumento das emissões produzem descobertas concretas de que o avanço da população no passado foi responsável por entre 40% a 60% do aumento das emissões”, afirma o relatório.

A UNFPA descreve três possíveis cenários referentes ao crescimento da população mundial, estimada hoje em 6,8 bilhões de pessoas, até 2050.

O primeiro supõe que a Terra passará a abrigar 7,9 bilhões de pessoas. O segundo sugere que o planeta terá 9,1 bilhões de pessoas e, o terceiro, 10,4 bilhões.

Segundo as projeções do relatório, se o crescimento da população mundial corresponder ao primeiro cenário (7,9 bilhões) e não ao segundo (9,1 bilhões), as emissões de carbono serão bem menores, com 2 bilhões de toneladas de carbono a menos na atmosfera.

O relatório da ONU ainda aponta que o controle demográfico pode ter benefício duplo.

Primeiro, porque se ocorrer nos países ricos, o declínio ajudará a reduzir as emissões nessas nações, atualmente dez vezes maiores do que nos países pobres.

Além disso, pode ajudar as nações pobres com altas taxas de natalidade a se adaptar melhor aos impactos das mudanças climáticas.

Uso da tecnologia na agricultura do Japão

População brasileira

Petróleo do pré-sal

Paquistão

Região Sul


O clima predominante na região Sul é o subtropical. Porém, o clima na região Sul apresenta grandes variações, sendo o responsável pelo registro das temperaturas mais baixas do Brasil no inverno. Devido a essas variações em algumas localidades da região sul pode ocorrer até neve em determinadas épocas do ano, como é o caso da região central do Paraná, e o planalto serrano do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde são registradas as temperaturas mais baixas. Nas regiões de clima mais ameno a vegetação típica é a floresta dos pinhais (araucária), enquanto que em boa parte do Rio Grande do Sul, podemos encontrar extensas pradarias (campos) chamadas de pampas.

Esta configuração climática foi um dos fatores que fez com que a região sul do Brasil fosse o destino de grande parte dos imigrantes europeus, principalmente da Alemanha e Itália que vieram para a região trazendo consigo seus costumes e tradições celebrados até hoje em festas típicas da região sul como: o Oktoberfest, festa típica de origem alemã celebrada anualmente em Blumenau (SC) e que já se tornou a segundo maior festa alemã do mundo perdendo apenas para a festa original realizada em Munique (Alemanha); e a “Festa da Uva”, realizada em Caxias do Sul (RS) a cada dois anos, inicialmente para celebrar a colheita da uva tradição deixada pelos italianos.

Tradicionalmente, a agropecuária é a principal atividade econômica da região sul. Mas esta região também conta com um contingente bastante desenvolvido de indústrias (principalmente alimentícias) e com a mecanização agrícola que a colocam no segundo lugar brasileiro em geração de renda (perdendo apenas para a região sudeste).

Outro setor que merece destaque é o de geração de energia. Fica no Paraná, na divisa com Paraguai, a segunda maior usina hidroelétrica do mundo, a usina de Itaipu.

Região Centro-Oeste

O Centro Oeste é a segunda região brasileira em área territorial, sendo formada por 3 estados – Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – além do Distrito Federal, onde se localiza Brasília a capital do país.
A região Centro-Oeste passou por grandes transformações nas últimas décadas, especialmente depois da construção de Brasília em 1960. A expansão da fronteira agrícola foi fundamental para uma maior incorporação dessa região do país no cenário econômico nacional, sendo a criação de gado a atividade mais importante. Entretanto, outros produtos muito importantes cultivados nessa região são: a soja e o arroz, destinados à exportação e que utilizam métodos modernos de produção.
A vegetação é variável conforme as regiões de contatos, a predominância é o cerrado onde se encontra o clima tropical. Trata-se de urna formação arbustiva, ou seja, vegetação de pequeno porte, que se apresenta com o tronco e os galhos bastante retorcidos. Além dessa formação arbustiva, ainda encontramos o complexo do Pantanal e uma floresta equatorial.
O clima dominante é do tipo tropical continental, com duas estações bem definidas: verão chuvoso e inverno seco. As temperaturas são elevadas o ano todo.
No Brasil, a bacia platina é subdividida em três bacias menores, a do rio Paraná, a do rio Paraguai, localizadas em sua maior parte no Centro-Oeste, e a do rio Uruguai.
Nas ultimas décadas, sua economia agropecuarista passou a se voltar para os grandes mercados mundiais. Hoje o Centro-Oeste é um grande fornecedor de produtos agropecuários, como grãos (soja e arroz) e carne, para as indústrias alimentícias do Centro-Sul e, especialmente de soja, para o mercado externo.
A agricultura do Centro-Oeste vem aumentando rapidamente sua participação no total da produção brasileira em função de diversos fatores. O aumento da produtividade das áreas tradicionais que se modernizam com investimentos em máquinas, equipamentos e recursos técnicos de fertilização e correção de solos é um deles. Outro fator é a incorporação de novos espaços que até bem pouco tempo ou eram dedicados a uma lavoura rudimentar de subsistência, ou eram áreas não aproveitadas economicamente, mas que agora, com as chegadas das frentes pioneiras, vão sendo integrados a uma economia mais dinâmica.
Com relação à pecuária, é importante dizer que a região detém cerca de 1/4 de todo o rebanho bovino brasileiro. Essa participação tende a aumentar, graças a uma série de fatores favoráveis, tanto de ordem natural, como o relevo de topografia plana e a vegetação aberta do cerrado, como de ordem político-econômica abertura de estradas, formação de pastos e melhoria genética dos rebanhos.
O sistema de criação que predomina é o extensivo, tendo em vista que a região dispõe de grandes espaços. O objetivo mais importante é a produção de carne para as indústrias frigoríficas do Centro-Sul. A principal área de criação está no pantanal Mato-Grossense.